Cazaquistão está trabalhando em um programa de moeda digital.

Foto por David McBee em Pexels.com

Um dos maiores países da Ásia está trabalhando em um caminho que culminará na adoção de moedas digitais e tecnologia blockchain. O Cazaquistão está trabalhando na implementação  de regulamentações que facilitem a remuneração no exato momento em que a mineração no país disparou.

A mineração consiste em uma operação entre usuários registradas na blockchain, que por sua vez vem a ser um banco de dados que fica na internet, armazenado de forma pública, sem um controle central que fora criado para distribuir informações de forma transparente e que possa passar segurança. Nessas operações novas moedas podem ser criadas

Em uma recente manifestação online, o Primeiro-Ministro do país, Askar Mamin, disse que o país da Ásia Central pretende promover e adotar moedas digitais. Conforme o comunicado, o Cazaquistão atualmente figura em quarto colocado no ranque mundial de recompensas por mineração. Enquanto reconhece este crescimento, o governo deseja atrair companhias de outros setores da indústria monetária digital, além de moradores e recompensas.

Uma área em que o governo pretende começar a trabalhar é a regulação deste setor. O Cazaquistão ainda não implementou qualquer forma de regra que regulamenta essa indústria em ascensão, e de acordo com o comunicado, isso atrasou o crescimento da mesma. 

A proposta oficial do governo é que a economia cambial do país seria operada pelo Centro Financeiro Internacional de Astana, o maior centro monetário do país.  

O Cazaquistão, que é o nono maior país do mundo, viu um rápido crescimento de recompensas em mineração. O fator chave é o baixo custo da eletricidade, com os valores da eletricidade do Cazaquistão sendo uma das menores do mundo. Isto atraiu um número considerável de moradores para o país. Uma das companhias que alocou suas operações para o Cazaquistão foi a Big Block Data Center. A mineradora francesa havia inicialmente se estabelecido na Ucrânia porém foi forçada a realocar seus trabalhos resultados de instabilidade política e o aumento do preço da eletricidade.

Sébastien Gouspillou, CEO da companhia, revelou que o Cazaquistão produz mais energia do que consome.

“Com energia renovável assim como hidroeletricidade, existe uma capacidade de produção que não estava sendo vendida. A barragem depende da força da água, que por sua vez pode  vir com uma demanda sobrecarregada.” disse ele ao Equal Times.

Não é apenas a sua companhia que provém importantes trabalhos para os cazaques, mas também atua como “um comprador de última hora para o suprimento de energia e também um importante ator na transição da energia global.” assim o disse.

Steve Kaarus, Eduardo Voglino.

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