Especialista diz que Azerbaijanofobia está crescendo na Armênia mesmo com o fim da guerra.

Atitudes hostis contra o Azerbaijão ainda prevalecem na sociedade armena e a azerbaijanofobia está crescendo no país mesmo com o fim da guerra, o presidente do Centro de Análises de Relações Internacionais de Baku, Farid Shafiyev reportou isso ao Azertag.

Shafiyev disse que a Armênia vêm promovendo discriminação, xenofobia, e inimizade contra o Azerbaijão e outras nações e raças após a Segunda guerra de Karabakh (2020) e durante o período do pós guerra. 

“No mais recente relatório do Centro de Análises de Relações Internacionais, que marca o segundo ano desde sua fundação, relatou que os problemas de deslocados internos e refugiados, que suportaram e sofreram e estão traumatizados, é resultado dos 27 anos da guerra. Apesar da liberação de nossas terras da ocupação este assunto sempre será o centro das atenções.” Disse Shafaiyev.

Ele também observou que a ideologia fundada pelo colaborador nazista da Segunda Guerra Mundial Garegin Nzhdeh é amplamente promovida hoje em dia por lideres armenos e outras figuras de influência da sociedade armena. Shafaiyev disse que a política de Azerbaijanofobia está prevalecendo na sociedade armena.

“A política do Nzhdeh agora é propagada pelo Kocharyan-Sargsyan [ex-presidente armeno]. O triste é que esta política é seguida como principal política de Estado na Armênia.” Adicionou o especialista.

Em um relatório endereçado à organizações internacionais no dia 4 de maio, a Comissária de Direitos Humanos Sabrina Aliyeva solicitou por medidas drásticas no âmbito internacional para prevenir a política de ódio do contra o Azerbaijão  perpetuada por armenos e outros.

Em seu relatório, Aliyeva expressou sua preocupação com a irresponsabilidade e falta de respeito com os direitos humanos e a liberdade, além de desprezar o princípio da lei armena e suas instituições que ignoram as obrigações internacionais a fim de não ter responsabilidade.

Ela chamou a atenção de importantes organizações e instituições de direitos humanos para juntar esforços para acabar com ações similares que contribuem para a criação destes novos focos de disputas.

Alguns especialistas acreditam que a escalada de destruição nos antigos territórios ocupados do Azerbaijão contribuem para essa profunda animosidade contra os azerbaijanos, com muitos descrevendo essa destruição em massa como genocídio. 

Azerbaijão e Armênia entraram na segunda guerra em Karabakh depois que a Armênia abriu fogo contra civis e posições militares em 27 de setembro de 2020. A guerra se encerrou no dia 10 de Novembro com a assinatura de um acordo trilateral entre os líderes da Rússia, Azerbaijão e Armênia.

O acordo de paz prevê o retorno das terras do Azerbaijão ocupadas pela Armênia, sendo elas Kalbajar, Aghdam e Lachin. Antes do acordo as forças armadas do Azerbaijão libertaram mais ou menos 300 vilarejos, assentamentos, cidades e o centro histórico e cultural de Shusha. As tropas do Azerbaijão declararam vitória contra as forças da Armênia. O tratado assinado obrigou a Armênia a retirar suas tropas de terras do Azerbaijão ocupadas desde 1990.

Por: Vafa Ismayilova.

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