Meu retorno ao Azerbaijão; Parte 1: Baku, por Maria Jagodzińska

Baku, cidade dos ventos, capital da terra de fogo… Finalmente! Após dois anos, dois anos incertos com futuro próximo desconhecido, aqui estou eu novamente. E agora vou compartilhar meu ponto de vista com você, querido leitor.

Baku é como uma surpresa absoluta- algo inesperado, você nunca pensará que na costa do mar Cáspio, a poucos quilômetros do deserto e do alto, perigosas montanhas proporcionariam uma cidade tão bela, onde construções modernas funcionam muito bem como pano de fundo para as mais antigas. E tais construções antigas datam de tempos ancestrais e medievais. Graças as riquezas advindas do óleo de Absheron, Azerbaijão possui dinheiro suficiente para arcar com construções de arranha-céus de tirar o fôlego, com estilo oriental.

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Baku se encontra entre a Europa e Ásia e o fator geográfico é o principal agente que determina seu estilo arquitetônico. Situada no cruzamento de heranças Europeias e Orientais, três principais religiões, a Cidade dos Ventos corresponde a uma mistura bem-sucedida entre eles. Se perder nas ruas de Iceri Seher- uma antiga cidade, foi uma experiência emocionante. Você consegue encontrar mesquitas, igrejas, sinagogas, palácios construídos para khans por arquitetos poloneses, diversos jardins com muito verde escondidos entre ruas silenciosas e barulhentas e sentir um clima único sem perder as lições históricas.

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A caminho de uma caminhada na avenida, me deparei com um grupo de suculentas recolhidas juntamente e árvores exóticas- todas especificadas nas tabelas em frente a elas, inúmeras fontes e a graciosa Pequena Veneza. Até mesmo o recém-construído shopping center- Deniz Mall, se assemelha a uma flor brotando. O arranha-céu mais famoso- Torres Flame, que é um símbolo de Baku e um lindo panorama do Parque Highland, irá permanecer em minha memória para sempre, assim como a Torre Maiden.

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O ar é limpo e mesmo com tantos carros nas ruas não há poluição, muito afetivo às capitais Europeias. Tudo isso é consequência do vento, que os sopra para longe, trazendo a briza fresca do Mar Cáspio. Baku também é o contraste entre o aconchego e a intensidade em contrapartida. Grandes prospectivas cruzam aqui com pequenas ruas repletas de árvores e- gatos. Existem gatos por toda parte e eles estão dormindo no meio das estradas, em frente às lojas, embaixo das ruas e assim por diante. Eles não são medrosos então sim- você pode alimentá-los ou apenas sentar perto e aproveitar a atmosfera.

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Eu não vou sugerir a você quais lugares são melhores para visitar- existem incontáveis sugestões na Internet, então vou deixar isso nas suas mãos. Baku é enorme e possui inúmeras atrações que estão esperando para serem vistas e admiradas. A população é verdadeiramente prestativa (quando você sabe russo para que eles possam te compreender) e não é tão conservadora como no resto do país. Eu sugiro a você que agende uma passagem para Baku- principalmente quando a pandemia acabar, assim você terá a oportunidade de ver absolutamente tudo (e não ter que usar uma máscara).

Texto de Maria Jagodzińska.

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